Le contenu de cette page nécessite une version plus récente d’Adobe Flash Player.

Obtenir le lecteur Adobe Flash

TGB
Se juntar a nós no youtube

Telejornal

Telejornal de :: 15-10-2012
Musica
Musica
Musica

Historico : em breve

  • Hello, dear visitor!

    A Televisão da Guiné-Bissau nasceu através de um acordo rubricado entre os governos da Guiné-Bissau e de Portugal em princípios de 1997, a quando da visita do então Primeiro-ministro português Dr. Aníbal Cavaco e Silva ao nosso país. A execução do projecto iniciou-se com o lançamento da primeira pedra para a construção do edifício da actual Televisão da Guiné-Bissau presidida pelo agora presidente da Comissão Europeia na altura Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação de Portugal, José Manuel Durão Barroso, seguida de um curso combinado ministrado pelos técnicos da RTP visando formar os primeiros quadros da futura Televisão do País. Essa formação durou sete (7) meses e foram formados jornalista, operadores de câmaras, operadores de Video-tape, a que se seguiu a operadores de Régis de vídeo e áudio, de Câmaras de Estúdios, e os técnicos de manutenção que foram mandados formar em Portugal. Como é perceptível a Televisão da Guiné-Bissau, fora concebida exclusivamente para informação que na fase inicial ou seja experimental iria emitir somente aos Sábados e Domingos das 20H00 às 22H00. Recorde-se que a fase experimental duraria 3anos, após isso as emissões passaria a ser das Quintas-feiras aos Domingos das 18H00 às 22H00.
  • Á 24 de Setembro de 1989, a Televisão Experimental da Guiné-Bissau tornou-se uma realidade, com a realização da sua primeira emissão experimental o que antecedeu a sua inauguração que veio a acontecer no dia 14 de Novembro do mesmo ano. O acto inaugural fora presidido pelo ex-presidente do Conselho de Estado da Guiné-Bissau, General João Bernardo Vieira e ex-presidente da República Portuguesa Dr. Mário Soares. Os anos que seguiram vieram a demonstrar grandes dificuldades de afirmação de projecto concebido para informar, formar e educar as nossas populações, fruto da má aplicação do acordo que a criou. Segundo o acordo havia que reunir anualmente a comissão paritária TVE-GB/RTP (entidade que representa o Governo Português no Projecto), para procederem a avaliação do estado de execução do projecto e redefinir novas estratégias, fazia todo sentido essas reuniões para corrigir atempadamente as falhas decorrentes da sua aplicação. Pouco ou nada estava a ser feito nos domínios de formação e superação de quadros que deviam ser periódicos, introdução do componente produção de programas, de afectação de novos equipamentos entre outros. A Comissão Paritária na verdade reuniu apenas uma vez em Bissau cuja deliberações nunca saíram do papel.
  • Outra dificuldade de afirmação que a televisão teve é da forma como foi gerida por pessoas sem qualquer tipo de preparação e experiência na administração que eram nomeados com base em confiança política do poder porque a Televisão é tida como um instrumento de promoção política do poder, relegando para o segundo plano os objectivos que presidiram a sua criação. É neste acumular de insucessos que a quase 22 anos de existência a Televisão da Guiné-Bissau conta neste momento com o seu 18º Director-geral.
  • Terminada o período experimental, tentou-se varias soluções para viabilizar a Televisão através da criação de empresa de capital públicos, mas tudo redundou num fracasso porque estas empresas foram criadas a medida dos interesses e da ambição de enriquecimento ilícitos de alguns governantes que tutelaram a Comunicação Social nessas altura. Em 1994 criou-se a RTGB com um Capital social de 4 bilhões de pesos juntando a rádio e a televisão um projecto a partida falível, nunca foi disponibilizado o capital social da empresa apesar de ter os órgãos sociais nomeados e a dado momento o Ministro da Comunicação Social na altura, resolveu proceder a alteração dos Estatutos sem faze-lo passar pelo Conselho de Ministros que é o órgão competente para efectuar tais alterações. Dissolvida em Outubro de 2001, numa reunião de Conselho de Ministros e para o seu lugar nasceu a TGB, com aprovação do respectivo estatuto que fora promulgada e publicada em Dezembro do mesmo ano, mas até hoje não se realizou o Capital Social de 4 bilhões de francos Cfa. Muito recentemente foi aprovado no parlamento um conjunto de legislação relativos a Comunicação Social, que deixa prever o aparecimento de uma nova empresa juntando a Rádio e a Televisão.
  • Apesar das dificuldades reconhece-se o enorme esforço que a actual Direcção esta a fazer para mudar a imagem da TGB com a introdução de nova grelha de programação que permitiu-nos ter neste momento cerca de 55% das nossas emissões diárias preenchidas com programas nacionais.